O Que é necessário Para Ser Uma Blogueira Famosa?

27 Nov 2018 12:02
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<h1>Guardou Bem A Senha?</h1>

<p>S&atilde;o Paulo - Fazer um bom marketing pessoal neste momento &eacute; uma tarefa dif&iacute;cil por si s&oacute;. Entretanto o est&iacute;mulo se torna maior ainda se voc&ecirc; tem terror de parecer vaidoso. A charada &eacute;, antes de tudo, cultural. Segundo a coach Marie-Josette Brauer, do Innovation Coaching Center, o brasileiro tende a ver com maus olhos quem valoriza as tuas pr&oacute;prias compet&ecirc;ncias.</p>

<p>“Para escapar do r&oacute;tulo de ‘convencido’, &eacute; comum que o profissional assuma uma presen&ccedil;a excessivamente humilde, como se o sucesso fosse qualquer coisa feio”, admite. Contudo, &eacute; perfeitamente poss&iacute;vel fazer marketing pessoal sem fazer uma aura de prepot&ecirc;ncia. “Muita gente pensa que marketing pessoal significa bater no respectivo peito e narrar ‘vejam como eu sou bom’. Na verdade, n&atilde;o se trata de dizer &agrave;s pessoas que voc&ecirc; &eacute; competente, entretanto afirmar isso a elas”, diz ele.</p>
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<li>Divulgar Conte&uacute;dos em Redes sociais</li>

<li>tr&ecirc;s Peterson on 6 de setembro de 2015 at 19:Trinta e um Responder</li>

<li>Portanto Eu Gosto</li>

<li>Sites10 Says</li>

<li>Por meio do PROGRAMA DE AFILIADOS</li>

<li>Compreender fazer Grupo no Facebook</li>

<li>► Outubro (11)</li>

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<p>Profissionais vistos como arrogantes s&atilde;o, precisamente, os menos habilidosos quando o conte&uacute;do &eacute; desenvolver uma imagem favor&aacute;vel no mercado, alega Marie-Josette. No final das contas, criar uma sensacional reputa&ccedil;&atilde;o profissional depende de autoconhecimento e autenticidade - duas caracter&iacute;sticas que faltam a quem se enxerga (e se vende) como “bom em tudo”. Desfeitos os mitos sobre isso, &eacute; necess&aacute;rio raciocinar em formas de criar a sua reputa&ccedil;&atilde;o de forma equilibrada e elegante.</p>

<p>O primeiro passo &eacute; fazer um exerc&iacute;cio de reflex&atilde;o pra reconhecer os seus pontos fortes e fracos. “S&oacute; ap&oacute;s uma autoan&aacute;lise profunda &eacute; que voc&ecirc; saber&aacute; o que pode e o que n&atilde;o podes vender pros outros”, explica Marie-Josette. Logo ap&oacute;s, &eacute; preciso planejar maneiras concretas de anunciar as tuas compet&ecirc;ncias. Para Arruda, a melhor maneira de fazer isso &eacute; colocar o seu talento a servi&ccedil;o de novas pessoas, ou seja, ajud&aacute;-las a definir dificuldades.</p>

<p>“Mais do que conversar de si mesmo, o importante &eacute; oferecer evid&ecirc;ncias do que voc&ecirc; &eacute; capaz de fazer”, alega. Outro instrumento robusto &eacute; o que o especialista norte-americano chama de “lideran&ccedil;a de ideias” - a capacidade de avisar, elucidar e influenciar outros profissionais da sua rede de contatos. Pra em tal grau, voc&ecirc; poder&aacute; publicar posts de blog, gravar filmes ou at&eacute; fazer coment&aacute;rios a respeito de not&iacute;cias de forma a revelar seu conhecimento sobre um determinado assunto, diz Arruda.</p>

<p>Ainda desta maneira, &eacute; preciso tomar cuidado pra n&atilde;o exagerar pela dose. Segundo Marie-Josette, v&aacute;rios profissionais se excedem na hora de deixar claro seus conhecimentos e talentos - principalmente na web. “Muita gente usa as redes sociais pra engrandecer tuas pr&oacute;prias qualidades e anunciar ‘propagandas enganosas’ sobre isto si mesmas. Isto n&atilde;o &eacute; marketing pessoal, porque n&atilde;o &eacute; aut&ecirc;ntico e nem sequer sustent&aacute;vel”, diz ela.</p>

<p>Quando o conte&uacute;do &eacute; web, ali&aacute;s, todo cuidado &eacute; insuficiente. Segundo Arruda, a reputa&ccedil;&atilde;o online de um profissional est&aacute; se ocasionando mais respeit&aacute;vel do que a tua reputa&ccedil;&atilde;o offline. “As pessoas est&atilde;o pesquisando o teu nome no Google antes mesmo de notar voc&ecirc; pessoalmente. Deste modo, &eacute; preciso desenvolver uma imagem digital que seja positiva, entretanto tamb&eacute;m coesivo com a realidade”, diz o especialista.</p>

<p>S&atilde;o Paulo - Uma pesquisa global do LinkedIn revelou novas peculiaridades e contradi&ccedil;&otilde;es do jeito dos brasileiros no lugar de trabalho. Pra mencionar apenas um paradoxo: o Brasil &eacute; o 2&ordm; na&ccedil;&atilde;o que mais mistura contatos profissionais e pessoais pela internet. Por&eacute;m, em todo o planeta, somos os mais preocupados com a posi&ccedil;&atilde;o de nossos colegas de trabalho a respeito do que postamos em m&iacute;dias sociais. O estudo, intitulado &quot;New Norms @ Work&quot;, ouviu 15 1000 usu&aacute;rios do LinkedIn em dezenove pa&iacute;ses, com finalidade de espalhar como as diversas nacionalidades constroem tua reputa&ccedil;&atilde;o profissional a partir de h&aacute;bitos online e offline. Clique nas imagens para acompanhar 7 detalhes sobre o assunto os brasileiros revelados pelo levantamento.</p>

<p>2. Colegas ou amigos? Se voc&ecirc; costuma adicionar colegas de trabalho em redes sociais como Facebook ou Instagram, n&atilde;o est&aacute; sozinho. No Brasil, 40,9% dos profissionais n&atilde;o veem dificuldades na pr&aacute;tica. Trocar regularmente a foto de perfil &eacute; uma amargura pra 27,1% dos brasileiros que est&atilde;o no LinkedIn. A propor&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; t&atilde;o alta se comparada a outros pa&iacute;ses, como a China, em que 38,1% das pessoas acreditam na importancia da imagem para desenvolver uma bacana impress&atilde;o inicial.</p>

<p>O pa&iacute;s mais preocupado com o t&oacute;pico &eacute; a Indon&eacute;sia (51,1%). L&aacute;, dois em cada cinco profissionais visualizam a foto de perfil das novas pessoas antes de uma reuni&atilde;o. 4. N&atilde;o tem perfil? Segundo a pesquisa, 31,3% dos brasileiros disseram que n&atilde;o contratariam uma pessoa que n&atilde;o tivesse perfil no LinkedIn. A m&eacute;dia dos al&eacute;m da medida pa&iacute;ses &eacute; de 11,9%. N&atilde;o &eacute; para menos: com vinte milh&otilde;es de usu&aacute;rios, o Brasil &eacute; o 3&ordm; estado mais presente no LinkedIn, atr&aacute;s apenas dos Estados unidos e da &Iacute;ndia. No Brasil, mais da metade dos profissionais gasta alguns minutos pela frente do guarda-roupa antes de sair para o trabalho. Segundo o estudo, 54,7% dos brasileiros se vestem mais formalmente quando sabem que ter&atilde;o reuni&otilde;es importantes no decorrer do dia.</p>

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